Minhas falas

sexta-feira, 28 de março de 2008



A FIGURA (DIVINA) DE JESUS (DES)CONSTRUÍDA: O MITO

Pedro Fernandes de O Neto

Há discussões das mais variadas em torno da figura de Jesus, talvez pelo carisma histórico [isso é o que analisaremos], que ainda alimenta multidões e até então líder político algum conseguiu. Logo se percebe que adotaremos aqui a perspectiva de um Jesus como figura política daquela sociedade, tomando por base uma das discussões que gira em torno de sua falsa divindade uma vez que historicamente esta divindade teria sido construída ao longo dos séculos e decidida politicamente.

Para tanto admitiremos que a história de Jesus enquanto ser santo tem algo de mítico, uma vez partirmos do pressuposto de que o mito explica a ordem social cósmica vigente e preocupa-se com as origens e a fixação de valores. A imagem de fábula, mentira, tida hoje como sinonímia comum para o termo mito fora estabelecida ainda no mundo greco-romano e, no entanto, sabe-se que o mito narra um fato verdadeiro em busca de uma verdadeira razão para o fato. Essa visão construída ainda na antiguidade é o que dará suporte para que haja uma fuga do tempo histórico de Cristo e este seja fixado em um calendário litúrgico. A liturgia, pois, teria o papel de perpetuar o mito do Cristo divinizado, semelhante ao contar de histórias de pai para filho, aqui com uma diferença, é algo registrado.

Esse ponto é interessante e abrirei uma pequena brecha no andar do texto para expor uma relação mínima, mas necessária: Nietzsche certa vez afirmou que o cristianismo morrera na cruz com Jesus, visto sua figura central ter ruído perante o poder político da época. O calendário litúrgico então nada mais seria que uma estratégia cristã para manter a história sagrada de Jesus Cristo sempre viva; não é à toa que a experiência religiosa do cristão está assente na imitação de Cristo, sobre a repetição litúrgica da vida, morte e ressurreição. Atribuir ao Cristo o tom mítico não estaria, de acordo com a idéia primeira, desconstruindo-o, mas justificando tamanha penetração histórica que sua figura alcançou. A idéia de carisma histórico apenas tende, então, a ser desconstruída.

Um ponto que justificaria este elevado grau de discussão acerca da figura de Jesus se explica pela própria forma como surgiu o cristianismo, fruto de decisões políticas historicamente comprovadas; cristianismo este que foi moldado em torno de elementos e simbologias que permeavam os cultos religiosos de então: a instituição do 25 de dezembro como data de seu nascimento, por exemplo, é a mesma data em que os pagãos romanos comemoravam a divindade solar (Sol Invictus).

O mito do Cristo, o Messias, teria surgido, é verdade, bem mais anterior a esse fato político e histórico: é fato bíblico que os profetas do Antigo Testamento já clamavam pela vinda de um Salvador, que resgataria o povo de Moisés, em tamanhas atribulações, visto historicamente como um momento de perda da hegemonia israelita do Oriente.

O Jesus faria uso desses clamores proféticos para erguer sua figura política em torno de uma nova visão de mundo, crítica perante os poderosos, eleita pelos pobres, grande massa social da época, visão esta que seria vista mais tarde como ameaça ao poder do Estado Romano a ponto de merecer uma morte na cruz.

Uma morte na cruz cumpriria todas as sentenças proféticas, o consagraria, senão para todos, mas para alguns, os seus apóstolos, os quais levariam as palavras de um Cristo ressuscitado, demarcando os alicerces do que mais tarde seria o pilar para a construção de um movimento cristão que eternizasse sua figura. Sem a decisão política tomada a figura de Cristo seria resumida a de um profeta como outros do Antigo Testamento.

A figura de Cristo enquanto mito cristalizou-se, ganhou forma, visto que está viva e presente em nossa sociedade, transformou-se mesmo em ideologia, com seguidores aos milhares, as igrejas, centros de formação em massa em torno de suas idéias. Tanto é ideologia que todos os credos cristãos fecham-se perante uma possível discussão do Jesus humano, político e de certa impõe aos seguidores uma visão linear, desprezível de perguntas acerca do fazer histórico; criam-se dogmas, eclodem a intolerância e a perseguição, como há muito já figurou e aqui-acolá se mascara nos espaços religiosos. Também nesse aspecto a figura de carisma histórico esfacela-se, seus ensinamentos são deturpados perante interesses alheios, sejam os que visem ao capital, seja aos que visem comodidade covarde perante as misérias humanas. A figura de Cristo com tal, sob viés histórico, constitui-se, pois, não pelo caráter de seu carisma, mas pela gama de interesses que rondam sua figura. Ao estabelecer nele, enquanto divindade, o poder de remissão dos pecados, de salvação e de vida eterna, o dogma cristão aguça interesses humanos em prol de perpetuar o caráter divino a serviço de mazelas sociais como a intolerância, ignorância perante a realidade, comodidade perante as desgraças humanas. O Cristo que se perpetua é ícone contrário dele mesmo, é símbolo das relações de poder, força motriz da engrenagem social; do amor que tanto pregou o que resta?

minhas falas

sexta-feira, 14 de março de 2008

Dan Brown. J K Rowling. Paulo Coelho. Nietzsche: Sobre a fenomenologia nova na literatura.


A Literatura Universal (que se frise também a brasileira) tem passado por transformações tantas desde o rompimento com o Clássico em meados do século 18. A partir de então descortinam novas ondas, antes menos pretensiosas, agora freneticamente carregadas de pretensões. Dentre estas a mercadológica talvez seja a mais subjacente. Imaginava-se ao cortar as algemas que se tinha como Clássico uma liberdade literária. Em meio a isso tudo que assistimos, tomemos cuidado para que não se torne libertina se é que isso não já aconteceu. Analiso como suporte a esta crítica alguns escritores que emergiram neste cenário da contemporaneidade, são fenômenos de crítica e público e faço uma breve relação com a teoria acerca da cultura ocidental, de Friederich Nietzsche; filósofo alemão nascido em 1844.


O primeiro, Dan Brown, febre mundial pela polêmica incutida no seu primeiro texto O código Da Vinci; texto esse carregado de um suspense bem construído, desarmado, porém, numa bestialidade cinematográfica à Hollywood. Não foi à toa que o cinema o adaptou.

Quando surgem as edições mais modernas d'O Código que o fenômeno se estampa nas capas, best-seller, duvidei que surgisse ali um fenômeno literário e empreguei novo título, fenômeno capitalista. E com ele nomeei outros: a escritora J. K. Rowling, milionária com o bruxo Harry Potter; o escritor nosso Paulo Coelho, famoso mago, pela sua tessitura carregada de misticidade, são exemplos desses vários outros, citáveis.

Essa fenomenologia capitalista pode ser entendida sob dois prismas distintos. Num primeiro que foge da risca nietzscheana é possível enxergar um despertar mundial para o universo da leitura; esta, no entanto, logo vem abaixo uma vez que a cultura do aleitor, vinga no Brasil, mas em países europeus o fenômeno Paulo Coelho também vive.Também nem para o Brasil esta afirmativa sustenta quórum porque poder-se-ia atribuir um modismo, característica culturalmente também nossa em adotar o que se cultua lá fora. Para esse público aleitor Dan, Rowling ou Coelho figurariam nem que fosse na estante da sala ou na cabeceira da cama.

Sob um segundo prisma e este se aproxima do descortinar frenético de ondas no espaço literário contemporâneo, seria o próprio lance da mercadologia. Assim Dan, Rowling e Coelho não se enquadram no aspecto digno de literatura porque os três compõem exemplos do escritor fenômeno, que segue a lógica do mercado de consumo. São escritores batidos porque obtiveram sucesso com uma primeira obra e desde então plagiaram o modelo em suas demais obras.

Atrela-se a este uma visão filosófica; Nietzsche dirá que grandes obras são realizadas por indivíduos selecionados, munidos dos ramos necessários para tal. Dan, Rowling e Coelho comporiam o lado inútil do cenário literário uma vez que é suas literaturas são escravas para com o mercado. Não se pode sequer aviltar em expor essa onda nas letras como algo genuinamente literário uma vez que se trata de uma cultura rápida, passageira, a serviço do lucro, do maior ganho de dinheiro possível. Encontram-se, pois, longe de obter respaldo literário porque não fazem literatura, brincam de fazê-la. Apenas constituem fenômeno novo no cenário literário universal.



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este artigo foi publicado em janeiro de 2007 no Jornal Correio da Tarde.

Intervalo

quarta-feira, 12 de março de 2008

DO I SEPEL E OUTRAS CONSIDERAÇÕES



Encerrou-se hoje, dia 12 o I SEPEL - Seminário de Pesquisa em Letras, que realizou-se na Faculdade de Letras e Artes - FALA, ontem, dia 11 e hoje.

Durante dois dias foram muitas as discussões e muitos os que passaram pelo Auditório da FALA para a apreciação dos projetos de monografia dos alunos do curso de Letras, língua portuguesa e doutros alunos (alguns) de língua inglesa.

O evento iniciou-se ontem às 7h. No eixo temático "Teorias lingüísticas e ensino de línguas", cuja a banca era composta pelas professoras Cleide Regina e Lucimar Bezerra Dantas foram apresentados os trabalhos "O tratamento das histórias em quadrinhos no livro didático de português", de Gisélia Batista; em seguida "Novas relações com a escrita: gênero digital blog", de Érica Paiva; depois, "O tratamento da sintaxe nas gramáticas do português do Ensino Médio", de Fca. Edilene; e, encerrando a manhã, Francione Lopes com "As concepções sobre a variação lingüística no ensino de língua materna: um olhar sociolingüístico no Ensino Fundamental".

Após o intervalo uma nova série de pesquisas sob o eixo temático "Texto e discurso". Compondo a banca os professores Fco. Paulo da Silva e Ana Maria de Carvalho. As apresentações: "Preconceito e identidades raciais: analisando o discurso de professores/as sobre seus/suas alunos/as negros/as", de Roberto Rivelino; "A ocorrência de marcas da oralidade em textos de alunos do 6o. ano do Ensino Fundamental: uma análise sob a ótica da lingüística textual", de Ellen Cristyane; "Defeitos argumentativos em textos de alunos do 3o. ano do Ensino Médio", de Maria Sussana; e, "O caso Renan Calheiros: materialidade da política como espetáculo", de Wyry de Paiva e Alexandre Luis Leite.

Hoje mais dois eixos temáticos compuseram a ordem do dia: Primeiro, o eixo "Descrição lingüística" com banca composta pelos professores Gilson Chicon, Josefa Henrique e Geraldo de Paula da Rocha Júnior. Os trabalhos desta mesa foram os de Ana Cely de Menezes, "A harmonização vocálica das palavras em documentos históricos da cidade de Mossoró: uma análise fonológica"; Emerson Alves, "Ressilabação: uma abordagem métrica em textos do século XIX"; e, Ângela Cláudia, "Processos de redução de palavras em documentos históricos de Mossoró: uma abordagem diacrônica".

Depois do intervalo, uma nova banca, composta pelos professores Raimundo Leontino Gondim Filho, Mariza Cardoso Pinto e Aurenívia Ferreira da Silva, "Estudos literários", apreciou os trabalhos de Monick Munay Dantas, "O primo Basílio: uma análise comparativa entre o texto fílmico e o literário", Pedro Fernandes de Oliveira Neto, "O conto da ilha desconhecida, de José Saramago, possíveis reflexões sobre o ser" e, Lourdiane Mello, "A contemporaneidade em Shakespeare".

O I SEPEL foi uma organização das professoras Ady Canário de Souza, Josefa Francisca Henrique de Jesus e das alunas Ana Cely de Menezes, Monick Munay Dantas, Maria Sussana Pereira e Ângela Cláudia, além da aluna bolsista Krishna Lorena Nunes.

NEWS

Durante o evento foi feita a divulgação do Concurso de Redação da Adriania Cultural, cujas as informações podem ser adquiridas no site, cujo link está ao lado da nossa page.

E ainda o lançamento do Jornal Trabuco, com data ainda a confirmar. Lembrando que o Jornal Trabuco já está com a sua segunda edição aberta para a recepção de textos. Como trata-se de um jornal literário os textos (conto, crônica, poesia, resenha, artigos, ensaios) já podem ser enviados para o seguinte e-mail jornaltrabuco@gmail.com

Intervalo

sábado, 8 de março de 2008

AS MULHERES DA LITERATURA POTIGUAR


Confesso que fui meio irresponsável ao não planejar nada para homenagear as mulheres neste histórico dia 08 de março. Mas também não sou muito ligado a isso de datas comemorativas. Acredito que todas estas datas instiutuídas existam apenas para duas coisas (i) rememorar as tragédias ou (ii) serem subvertidas à lógica capitalista que usa delas a título de aumentar o consumismo. No caso do Dia Internacional da mulher ocorre o primeiro caso que se desdobra noutro aspecto, o de ser um dia de luta em que elas, as mulheres, ainda se colocam na posição da necessidade de espaço. Todos os direitos que elas conquistaram parecem aos seus olhos como que inválidos, uma vez que esta necessidade por espaço ainda é algo inerente. Antes de brigarem por espaço, acredito que este fenômeno machista já tornou-se algo mais que cultural, é "genético" socialmente e, dificilmente haverá plenitude como elas sonham; deveriam elas lutarem pela validade dos direitos.

...

Mas politicagens à parte, se é de espaço que elas reclamam, este ficará dedicado às mulheres, que fazem a literatura de nosso estado.

I

Nísia Floresta. Educadora, escritora e poetisa, Nísia representa o ufanismo de sua própria época e uma necessidade de se auto-afirmar enquanto mulher haja vista seus ideiais estarem anos-luz do nosso Estado porque ela os trazia da Europa, onde passou maior parte de sua vida.

III

Depois Auta de Souza, que com sua vida breve, produziu versos singulares no corpo da literatura potiguar. "Auta de Souza, é veemente exemplo de como o talento e a força de vontade superam dificuldades aparentemente insanáveis" (GURGEL, 2001, p. 46) Não apenas o carácter feminino que dão traços à poetisa, mas Auta constitui o típico físico, pele escura e desprovida de beleza, que na sociedade em que viveu, idos Novecentos, "nenhum dos três predicados contaria a seu favor" (GURGEL, 2001, p. 46).

IV

Palmira Wanderley. A importância da poetisa encerra no fato de que "ela representa a consolidação do verso modernista entre nós". (GURGEL, 2001, p. 52)

V

Zila Mamede. De jornalista, a poetisa nas horas vagas, bibliotecária por profissão, Zila com sua obra e sua carreira intelectual carregam um nome que a faz ser admirada por todos que a conhecem.

VI

Myriam Coeli, poetisa e primeira mulher no estado a exercer como profissional a profissão de jornalista. Seu universo poético em "versos límpidos" se marca pela "ternura, vigor, metafísica e cotidiano, dor e lúcida revolta" (GURGEL, 2001, p. 99).

VII

Madalena Antunes Pereira. Sua obra carrega uma qualidade literária e excepcional e se coloca como marco na produção em prosa por mulheres no estado. Cearaminiense, Madalena Antunes e seu Oiteiro se coloca entre os maiores expontes da intelectualidade literária de nosso estado.

VIII

Marize Castro, a poetisa que, no Estado, inaugura uma nova etapa da produção poético-literária: o da poesia mimeógrafo, ou poesia marginal. Marize carrega em sua obra a marca da ousadia no trato com a matéria poética, "uma poesia que afrontava as convenções e falsos moralismos" (GURGEL, 2001, p. 139).

IX

Contabilizando esse rol de figuras mais que importantes no cenário das letras potiguares, não podemos deixar de reservar espaço para Nivaldete Ferreira, a poetisa da grande sensibilidade, mas também da aridez e contenção do verso. Traços cabralianos e mamedianos.

X

Clotildde Tavares, autora do mais autêntico livro da geração contracultural da poesia potiguar, consoante Tarcísio Gurgel.

XI

Diva Cunha, a menina dos remorsos fé e mundano.

XII

Iracema Machado e muitas outras que lembradas ou não merecem a devida atenção, porque nelas se encerra um grau elevável e louvável de contribuição a este cenário. Todas elas carregam em si singularidades que as fazem servir de modelo de vida no foram e ainda são na sociedade.


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referências: GURGEL, Tarcísio. Informação da literatura potiguar. Natal, RN: Argos, 2001.

Intervalo

quarta-feira, 5 de março de 2008

VII Semana Mulher e Poesia da UnP

O curso de Letras realiza no mês de março um de seus eventos tradicionais. Entre os dias 08 e 14 de março será realizada a VII Semana Mulher e Poesia da Unp. O evento acontece na Unidade Floriano Peixoto e na loja La Femme do Shopping Midway Mall. Mais informações no telefone 3215-1112.

Programação

8 de março
Horário: 17h
Local: loja La femme do Midway Mall
Lançamento das sacolas com a palestra “La femme em Letras”
Palestrante: Profa. Dra. Ana Santana - UnP

10 de março
Horário: 19h
Conteúdo: Inserção poética através de textos
Local: salas de aula do curso de Letras

12 de março
Horário: 17h às 18h50
Conteúdo: Exibição do filme "O sorriso de Mona Lisa"
Local: Auditório I – Unidade Floriano Peixoto

14 de março
Horário: 19h
Conteúdo: Sarau e palestra Palestrante: Christina Ramalho Dantas
Tema: Simone de Beauvoir e o "segundo sexo"

Intervalo

terça-feira, 4 de março de 2008

I SEPELNegrito


O blog Letras in verso e [re] verso, tem a honra de trazer mais uma novidade da Faculdade de Letras e Artes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, que é o I SEPEL - Seminário de Pesquisa em Letras. Confira as últimas informações.


11 e 12 de março de 2008

7h às 10h 30

OBJETIVO GERAL

Possibilitar espaço para discussão e divulgação científica na área de Letras, envolvendo alunos/as de graduação e pós-graduação, pesquisadores/as e professores/as da Faculdade de Letras e Artes – FALA.

MODALIDADES DE PARTICIPAÇÃO

Apresentação de resumo de projeto de pesquisa

Apresentação de resumo de monografia em andamento

Apresentação de resumo de monografia concluída

PERÍODO DE INSCRIÇÃO

Com apresentação de trabalho: 29/02/08 a 06/03/2008 (apenas para alunos da FALA)

Como ouvinte: 04/03/08 e 05/03/08

LOCAL: Sala do 7º período de Letras (Português) - Matutino

VALORES:

Alunos de graduação e pós-graduação da FALA: R$ 3,00

Demais interessados: R$ 5,00

INSTRUÇÕES PARA ENVIO DO RESUMO

Formato do resumo

- Word for windows, entre 150 a 250 palavras, fonte Times New Roman, corpo 11, espaçamento simples, margem superior, inferior, direita e esquerda de 2,5 cm, alinhamento justificado;

- título do trabalho em maiúsculas, centralizado;

- na segunda linha após o título, deve-se colocar o nome completo do autor à direita (apenas o sobrenome principal em maiúsculas); segue, na linha seguinte, o nome do professor orientador;

- o resumo deverá conter: Introdução, objetivo, justificativa, metodologia, conclusão, resultados.

Enviar para o e-mail: sepel.uern@hotmail.com

Identificação do assunto: nome do trabalho e o nome do autor. Aguardar confirmação via e-mail.

COMISSÃO ORGANIZADORA (alunos 7º período de Letras - Português)

Ana Cely de Menezes Pereira – Celular: 9929-2252

Monick Munay Dantas da Silveira – Celular 8837-2304

Maria Sussuna Pereira da Silva – Celular 8845-2948

Ângela Cláudia Rezende do Nascimento – 9917-3429

APOIO:

Pró-Reitoria de Pesquisa

Pró-Reitoria de Extensão

Faculdade de Letras e Artes

Departamento de Letras Vernáculas