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Mostrando postagens de Março 12, 2009

Obra imatura, de Mário de Andrade

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Por Pedro Fernandes


Mário de Andrade se dedicou à ficção (em suas mais variadas formas), à poesia, à crítica de arte, à música, e à pesquisa sobre manifestações da cultura popular brasileira; autor de vasta obra e nome dos mais importantes para o Modernismo no Brasil, o escritor morreu em 1945 e deixou-nos mais de vinte livros, alguns deles já clássicos, como Paulicéia desvairada, Macunaíma e Amar, verbo intransitivo.

O que os leitores de sua obra davam por falta é da edição Obra imatura que foi relançado agora em fevereiro pela Editora Agir; esse título reúne três obras essenciais para entender parte das múltiplas faces de Mário: Há uma gota de sangue em cada poema, seu primeiro livro do autor, publicado em 1917 e que apresenta treze poemas, alguns incluídos em Paulicéia desvairada; Primeiro andar, uma seleção de contos escritos entre 1914 e 1922, portanto, também de seu início de carreira; e o ensaio A escrava que não é Isaura, que mostra o pensador e estudioso das vanguardas, ainda…