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Mostrando postagens de Março 13, 2009

... E o vento levou, de Victor Fleming

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O exemplo mais bem acabado do sistema clássico de produção dominado pelos estúdios de Hollywood

Catorze indicações ao Oscar, dez prêmios conquistados, a maior bilheteria de todos os tempos em termos relativos (se atualizarmos os valores) e exibições anuais na televisão. Hoje ninguém duvida da importância e da dimensão de ... E o vento levou, mas nem sempre foi assim. A mistura de épico e melodrama recheada com amor, tapas e beijos entre Scarlett O'harra (Vivien Leigh) e Rhett Butler (Clark Gable) é mérito do megalomaníaco produtor David O. Selznick. O chefão da Metro-Goldwin-Mayer (MGM) comprou os direitos do romance homônimo de Margaret Mitchell antes mesmo de ser lançado. E o sucesso do filme ajudou a transformar o livro num fenômeno editorial: durante muito tempo, foi a obra mais vendida do mundo depois da Bíblia. 
Devido à grandiosidade da produção, ninguém, a não ser Selznick, acreditava no potencial mercadológico do projeto. Gary Cooper, ao se recusar a viver Rhett, deu graç…