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Mostrando postagens de Maio 8, 2009

Camilo Castelo Branco, o exagero sentimentalista

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Quando li, ainda na Faculdade, talvez o romance seu mais conhecido, Amor de perdição, pude compreender o subtítulo que dou ao post de hoje. Sem dúvidas trata-se duma novela em que – e isso sempre me perguntei – tantas e tantas possibilidades se apresentam aos amantes, Teresa e Simão, mas eles como “bons” amantes do romance tradicional, optam pela cadência de fatos mais nebulosa a fim de constituir sua história de amor, que é o que é este romance de Camilo Castelo Branco. Estas personagens centrais de Amor de perdição representam o sentimento duma sociedade que não mais cria nos veios do destino como trajetórias de vida. Isso é marco para a segunda fase do Romantismo. A fase em que a crítica classifica como ultra-romântica, dado o exagero amoroso constituir-se fenômeno perene ao mote dos romances e daí ultrapassando à vida comum dos jovens da época. Deu já para entender que o post de hoje trata do autor e da obra do português Camilo Castelo Branco, apontado pela crítica com o mais pass…