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Mostrando postagens de Janeiro 5, 2011

As ilustrações muito contemporâneas para um país de maravilhas

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Depois de já ter sido ilustrado por nomes como John Tenniel, Salvador Dalí, Peter Newell, o clássico de Lewis Carroll ganha, passados 144 anos de sua publicação, mais 31 ilustrações singulares criadas a partir de cartas de baralho, recortadas e remontadas compondo vários cenários da obra.

A façanha é do artista plástico Luiz Zerbini. A edição veio a lume em 2010, pela Cosac Naify, mas só agora pude pegar o livro e acompanhar de perto o trabalho do artista; e vejo que Zerbini consegue captar sentidos totalmente novos do clássico de Carroll, além do que, as ilustrações são de encher a vista de qualquer leitor.

Não é a nova edição uma nova tradução. A Cosac Naify tomou o cuidado de selecionar entre as versões já publicadas no Brasil aquela que até hoje tem sido a melhor delas: a de Nicolau Sevcenko. Ana Maria Machado, por exemplo, concorda que a tradução feita pelo autor de A revolta da vacina (reeditado pela mesma editora em 2010) e Orfeu extático na metrópole (1992) é uma das mais cri…