Postagens

Mostrando postagens de Setembro 21, 2012

H G Wells

Imagem
Hoje, 21/09, é aniversário de H G Wells, um dos escritores ainda não incluídos na lista “Os escritores”, aqui no blog, mas que, pela ocasião merecida, passa a ocupar. Seus dois livros mais conhecidos do público brasileiro, evidente que os aficionados por ficção científica deve ter outros na lista, é A máquina do tempo e A guerra dos mundos, ambos adaptados para o cinema em 1960 e 2005, respectivamente.
Basta somente esses dois livros para enquadrá-lo no topo de tudo aquilo que conhecemos sobre ficção científica até hoje; são, por assim, dizer, clássicos do gênero. Mas, acrescento por conta própria outro texto do escritor britânico: Em terra de cego, único, aliás, que já tive a oportunidade de ler, quando redigia ainda minha dissertação de mestrado. Considero um texto singular pela sua capacidade alegórica de falar do caráter totalitarista sustentado pelos aparelhos ideológicos do Estado.

Não apenas pelo caráter futurista de suas narrativas, H G Wells, o homem, foi um à frente de seu…

Os 10 mandamentos de Zadie Smith para escritores

Imagem
Ai, os duelos com a palavra! Até os que escrevem mesquinharias para um blog como este têm os seus. E se for diário, diariamente duela.

O fato é que os que estão de fora terão sempre a falsa sensação de que os que vivem da palavra têm um conjunto bem detalhado e único de macetes que, seguidos ao pé da letra lhe darão o caminho do ouro. Mas, não é bem assim. É verdade que cada um tem seus próprios rituais, que cada um tem seus macetes, mas nem tudo deve ser levado tão a sério.

Algumas dicas, quando referidas ao processo de escrita, hão de ser úteis, de fato, nem seja para que criemos os nossos próprios macetes também. Por que não? Em meados de 2010, o New York Times foi procurar entre os autores mais conhecidos de hoje 10 regras básicas de escrita e entre as consultas estão as respostas de Zadie Smith.
1. Quando ainda criança, leia muitos livros. Passe mais tempo fazendo isso que qualquer outra coisa.
2. Quando adulto, tente ler seu próprio trabalho como um estranho iria lê-lo, ou melhor…