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Mostrando postagens de Janeiro 30, 2013

Django livre, de Quentin Tarantino

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Por Pedro Fernandes



Quem já se deparou com Quentin Tarantino em empreitadas como Kill Bill e com Bastardos inglórios – para ficar em duas produções recentes do diretor – verá que, dos três filmes para cá (Kill Bill foram dois filmes) ele muito tem aperfeiçoado seu estilo e permanece seduzido por alguns exageros. A prova ainda pode ser tirada com a chegada aos cinemas, agora em 2013, de Django livre, que, no meu curto entendimento vai entrando para lista das boas surpresas do ano. Quando comentei por aqui sobre A viagem não lembro ter dito que este filme era um filme para ser revisto; se não tiver dito, aproveito a ocasião para, ao concordar que Django deve ser um filme para ser revisto, dizer; e já vão duas reprises necessárias.
Em Django livre, Quentin Tarantino se apropria do fato e um dos mais vergonhosos da história, a escravidão, e num misto de faroeste sem deserto, produz uma narrativa, já no seu tradicional modo de narrar que ocupa três movimentos: a prisão de Django, um escrav…