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Mostrando postagens de Maio 16, 2013

Promoção "Antes de assistir, eu li 'O grande Gatsby'"

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Próximo dia 7 de junho estreia mais uma versão – a mais grandiosa e ousada – de O grande Gatsby no cinema. O filme é uma adaptação do romance homônimo de F. Scott Fitzgerald. Você já leu esse romance? Ou está lendo? Ou quer ler? Então, muita atenção a esta chamada.
Queremos que você redija uma resenha crítica sobre o romance em questão.  O melhor texto será publicado no blog no dia 7 de junho. E o vencedor levará para casa uma edição de O grande Gatsby editado pela Penguin-Companhia (foto). Que tal?
Para participar, basta enviar para pedro.letras@yahoo.com.br um texto de até duas páginas A4, fonte times new roman, espaçamento 1,15. O texto tem de ser inédito. Receberemos os textos até o dia 3 de junho. Por isso, mãos à obra! 



O homem que ri, de Jean-Pierre Améris

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Por Pedro Fernandes



Recentemente o cinema recebeu mais uma adaptação de Os miseráveis, de Victor Hugo. Este talvez seja o seu romance mais adaptado para as telas juntamente com O corcunda de Notre Dame. E ambos, os mais conhecidos do grande público. Mas, além desses dois textos, outro se iguala na quantidade de versões cinematográficas. É O homem que ri. Publicado em 1869, o romance teve sua primeira adaptação para o cinema ainda em 1928, cujo papel do protagonista executado pelo ator alemão Conrad Veidt deu-lhe destaque para outras produções mais conhecidas, como Casablanca, O gabinete do Dr. Caligari ou Das Land ohne Frauen, o primeiro filme sonoro feito na Alemanha no ano seguinte. É bem verdade que antes, Veidt já havia feito um papel pioneiro na sétima arte: foi ele quem primeiro interpretou uma personagem gay no cinema em Anders als die Andem, de Magnus Hirschfeld, em 1919. O papel em O homem que ri foi tão significativo que a personagem Coringa, criado por Bob Kane, Bill Finger…