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Mostrando postagens de Julho 12, 2013

Crônica de um leitor de O jogo da amarelinha (2)

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por Juan Cruz Ruíz


Em seu livro Los nuestros (sem tradução no Brasil), que é a bíblia maior do boom latino-americano, Luis Harss explica seu encontro com Julio Cortázar, que o havia deixado maravilhado com O jogo da amarelinha. Harss publicou sua coleção de entrevistas e encontros (com Guimarães Rosa, com Borges, com García Márquez, com Carlos Fuentes, com Mario Vargas Llosa, com Onetti, com Cortázar...) em 1966, três anos depois que havia aparecido o livro mais importante da bibliografia de quase um autêntico argentino (Harss nasceu no Chile, mas se criou em Buenos Aires, como Clarín nasceu em Zamora). Esse livro insuperável, mítico e até um ano depois quase que não encontrável foi publicado outra vez pela Alfaguara, e é de novo um gozo mergulhar nele para redescobrir, por exemplo, que exaltação espanhola rayuelita (a palavra é de Harss) que todos os leitores dessa novela encontro em nós em muitos casos até agora. Todos os ruyelitas quisemos viver dentre desse livro e Harss desfrutou…