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Mostrando postagens de Fevereiro 12, 2015

O jogo da imitação, de Morten Tyldum

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Fabuloso. Termo utilizado aqui não com o sentido de fantasioso, mas de grandioso e belo. Termo que abrevia uma opinião sobre um título que integra outras produções do gênero: seja A teoria de tudo, Uma mente brilhante, Capote, Milk, Piaf – um hino ao amor, O discurso do rei... É evidente que, o grande pecado cometido na elaboração da narrativa é a obviedade com que é construída: um jogo previsível, como já admitiu outras figuras da crítica. Entretanto isso é fato muito aceite, se pensarmos quem são os produtores e para qual público o filme é destinado. A obviedade que rouba a cena é também a responsável pela construção bem acabada da obra. E, claro, fantasiar demais quando se lida com cinebiografias seria um problema um tanto grave. Mais ainda quando o filme aposta na ideia do fato real como se dissesse com isso um maior realismo da obra.
A narrativa de O jogo da imitação se beneficia de uma série de outros elementos que levam o telespectador ao gosto imediato pelo filme: nutre-se do…