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Mostrando postagens de Fevereiro 5, 2016

Conselhos de Roberto Bolaño sobre a arte de escrever contos

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No Brasil, o escritor chileno será sempre lembrado pelos grandes romances Os detetives selvagens e 2666. Mas, como a grande maioria de seus contemporâneos ou de outros romancistas, Bolaño também escreveu poemas – aliás, era como poeta que ele se via enquanto escritor – e contos. Se pelos grandes romances ele se tornou uma febre entre vários grupos de leitores, é preciso dizer que muito antes a construção do gosto leitor pela sua obra vem da maneira como trata uma série de temas coerentes com a existência humana.
A multiartista Patti Smith, fã e leitora confessa de nomes da chamada Geração Beat, é uma desse grupo de aficcionados pela obra de Bolaño; numa entrevista em 2010 disse que 2666 “é a primeira obra mestra do século XXI e que ler a obra do escritor chileno era naquela ocasião “uma revelação”. Para muitos, Bolaño foi uma descoberta tardia; para outros não. Mas, o culto pela sua obra, pode-se dizer, foi algo que nasceu ainda quando o escritor estava vivo e se consolidou depois d…