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Mostrando postagens de Maio 17, 2016

Os ídolos de Thomas Mann

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O Prêmio Nobel de Literatura alemão não deixou passar em branco a resposta para uma pergunta que deve rondar a cabeça de todo curioso por saber de um grande quais são os seus mais admirados. Claro, não nos deixou uma resposta pronta, que talvez grande parte deles não a tenha, mas, do que muito escreveu, sobretudo de ensaios sobre música, teatro e literatura, de prólogos, conferências, sabe-se as faixas de uma radiografia com os ídolos do autor de A montanha mágica. Neles, Mann aproxima-se de figuras como Wagner, Goethe, Tolstói, Zola, Tchekhov e de obras como Dom Quixote, de Miguel de Cervantes. Um excelente prosador, nenhum pouco pretensioso, que escolhe a anedota para chegar ao público.
“Se me perguntarem que paixão, que relação emocional com as manifestações do mundo, da arte e da vida, considero a mais bela, mais alegre, proveitosa, imprescindível, responderia sem hesitar: é a admiração” – afirmava Thomas Mann. O grande escritor sustentou que dela é a fonte do amor, a raiz de to…