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Mostrando postagens de Maio 31, 2017

16 + 2 romances de formação que devemos ler

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Há uma forma romanesca que tem ganhado espaço entre os leitores nos últimos anos, sobretudo devido ao gosto elevado pela obra da escritora italiana Elena Ferrante indicada nesta lista – a tetralogia napolitana. Neste meio tempo as livrarias receberam ainda livros como O pintassilgo, de Donna Tart ou a reedição de clássicos como A montanha mágica, de Thomas Mann. Mas, o que há em comum entre estas obras e qual forma romanesca é esta?
A forma é do romance de formação (cf. enuncia o título da postagem). O termo é uma tradução do alemão Bildungsroman e teria sido empregado pela primeira vez em 1803, pelo professor de filologia clássica Karl Morgenstern numa conferência sobre “o espírito e as correlações de uma série de romances filosóficos”, segundo Friz Martini. Como lembra Wilma Patricia Marzari Dinardo Mass, “mais em tarde,  em conferência de  1820, o mesmo Morgenstern associará o termo por ele criado ao romance de Goethe Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister cunhando assim  a fór…